Aqui está algo que eu li á muito tempo e sempre achei que podia ser expandido para compreender melhor o uso eficiente de tempo! A lei de Parkinson foi criada por Cyril Northcote Parkinson como um adagio sobre eficiência e a burocracia num sistema publico, ela diz:

Trabalho expande de forma a tomar todo o tempo disponível para a sua realização.

Verdade seja dita, esta máxima provem não de testes exaustivos mas de uma realidade empírica sobre organizações, que uma suficientemente grande burocracia vai sempre gerar suficiente trabalho interno para estar sempre “ocupada” e justificar a sua existência com uma produção proporcional ao seu tamanho.

Mas conseguimos ver isso repetir-se em diversas ocasiões, aumenta-se horas de trabalho e a produção não cresce, dá-se mais incentivos financeiros mas não saem novos projetos, corta-se as horas de trabalho e a produção mantém-se na mesma, contrata-se mais pessoal mas não se ganha mais em proporção.

Claro que não devemos generalizar, depende muito do género de organização e trabalho, uma organização muito criativa pode não criar trabalhos de qualidade se as suas horas são cortadas em metade ou duplicadas ou uma empregada de limpeza pode não limpar a casa tão bem se era preciso 4 horas para o fazer bem, mas ela teve que o fazer em 1 hora, o que pode ficar só razoável.

Para reter, é que é preciso tentar sempre encontrar as ineficiências e o equilíbrio entre o que é preciso fazer e o tempo necessário para o fazer, que eficiência é algo difícil de manter e fácil de se perder, que deixado ao seu destino o empregado vai ter tendência a gerir o seu trabalho de forma a ser feito no tempo que lhe é exigido.