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6 Mitos para te tornar Rico

Hehehe, já ouvimos muitos destes antes, gastas pouco e ficas mais rico, põe o dinheiro no banco é o caminho para a riqueza! certo? Humm talvez não, o facto de teres um orçamento e gerires bem o teu dinheiro não implica riquezas…

Então, aqui vão uns quantos mitos…

Mito 1 – Euro Poupado é Euro Ganho

Claro que poupar e não andar a gastar dinheiro á maluca ajuda, sempre tens mais rendimento disponivel, mas tu não criaste nenhuma riqueza, apenas não gastaste, poupar dinheiro é bom mas não tanto como receber mais!

Mito 2 – Eu não Preciso de Ajuda com Dinheiro!

Investir em ações e outras operações com dinheiro por vezes não é o genero de coisa para fazeres sem conhecimento! Não vais praticar cirugia sem saberes como fazer, muitas vezes é preferivel gastar mais dinheiro e teres alguem que te pode ajudar a proteguer e investir com inteligencia que tentares fazer sozinho a pensar que poupas ou podes ganhar mais, o mais provavel é perderes mais!

Mito 3 – Um Orçamento Faz-me Dinheiro

Humm nem por isso, um orçamento apenas ajuda-te a ter controlo sobre o teu dinheiro (o que é muito saudável), mas não te cria riqueza, apenas protege-te de problemas e de gastos desnecessários.

Mito 4 – Ganho mais Dinheiro, por isso posso Gastar Mais

Hummm não, se gastas mais, então ganhas-te menos, especialmente em coisas que podem aumentar os teus custos fixos (uma casa maior, um carro mais caro), vais ficar com as tuas finanças no mesmo ou pior!

Mito 5 – Não Arrisco, assim Nunca Perco

Risco está ligado á Oportunidade, se não arriscas nada, então não só não ganhas nada como podes perder por não aproveitar oportunidades, uma gestão inteligente do dinheiro é fazendo riscos inteligentes e calculados, não é preciso ser nenhum génio financeiro para não pôr todo o dinheiro em só uma coisa, diversificar e espalhar o risco é a única maneira de não perder!

Mito 6 – Eu ganho Suficiente

Ter todas as contas pagas e não ter grandes custos não quer dizer que estejas bem, a ideia não é só ter as contas e o dia-a-dia em ordem, é também criar riqueza, ter dinheiro de sobra todos os meses para guardar, para a tua reforma, para emergências, etc

Então algum destes mitos está a atrapalhar a tua vida?

Como Vender um Carro com Sucesso

Por vezes para conseguir dinheiro para investir não existe nada melhor que vender coisas que não precisamos, uma delas pode ser um carro (tanto para substituir por um novo ou porque não é tão necessário), estas dicas são na generalidade também boas para vender qualquer outra coisa, de forma a conduzires esse negocio de uma forma simples, clara e honesta, assim ambas as partes ficam satisfeitas.

Então aqui vão as minhas dicas para vender com sucesso:

1. Prepara o Carro Para a Venda

Comprar e vender é um jogo de perceções e perceção pode se tornar em realidade, o que um potencial comprador sente e pensa sobre o carro é tão importante como os factos sobre o carro.

O que quer dizer que se o comprador vê o carro nojento, cheio de papeis, porcaria, bancos sujos, ele vai assumir (e corretamente) que tu não és o género de pessoa que toma bem conta do carro, que és uma pessoa que não muda o óleo com regularidade, que não faz pequenas reparações que não tem cuidado ao conduzir e por isso o simples facto de não teres o carro imaculado pode queimar o negocio.

No melhor dos casos o comprador vai usar o facto do carro estar sujo para negociar um preço inferior, logo obviamente para maximizares as possibilidades de uma venda rápida e ao melhor preço, tens de limpar o carro e tens de limpar muito bem.

Limpa o interior e o exterior, o topo, debaixo do carro, debaixo dos sentos, dentro de todas as aberturas, puxa o lustro a tudo, se existe umas falhas da pintura, usa um daqueles reparadores de riscos, troca os para-brisas, enche os pneus corretamente, vê se tem o óleo correto, a bateria está boa, se o motor tem bom aspeto, não é só uma questão cosmética mas de ter o carro na melhor condição possível, vê este passo como um investimento para a venda, se não tiveres tempo para isso arranja alguém que limpe e dê uma rápida revisão no carro.

2. Descobre o Valor do Carro

O passo seguinte por vezes é um dos mais complicados, especialmente para quem não vende habitualmente carros, saber que preço é que deves pedir! Um preço demasiado alto vai desencorajar potenciais compradores, um preço demasiado baixo pode parecer que o carro tem algum problema que não estás a dizer.

Infelizmente não existe um preço fixo para carros usados. Claro que existem guias que dizem preços e paginas na Internet que podem providenciar alguma informação, mas preços variam, variam de acordo com partes do pais, com alturas do ano com diversas coisas.

O preço que encontrares deve refletir os km’s que o carro tem, a condição geral, a procura por esse tipo ou modelo de carro, se teve acidentes e o sitio no pais (se o carro está em Lisboa é mais fácil de vender que em Chaves).

Psicologicamente os km’s do carro são um grande fator, carros com tipo 100.000 km’s são considerados extremamente usados e vistos um pouco como já no seu fim de vida, enquanto que carros com poucos km’s são muito mais valorizados e talvez até sobre-valorizados.

Tem também em conta que a maioria dos potenciais compradores tendem a ver o preço como negociável e estão sempre a espera de um melhor negocio, por isso ajusta o teu preço inicial tendo em conta isso. Uma diferença de 5% a 10% de desconto é típico.

Uma boa forma é ir aos sítios que vou falar em baixo, onde se pode vender carros na Internet, e ver carros do mesmo modelo ou parecidos e ficar com uma ideia geral do valor do carro (claro tendo sempre em conta os fatores que eu digo em cima).

3. Onde Vender o Carro

Essencialmente tens 2 formas de vender o carro, ou vendes a um revendedor, o que tende a ser por um preço bastante baixo mas consegues vender rapidamente (porque como o nome diz, um revendedor compra o carro para revender), esta é uma forma de ficares a saber o preço mais baixo que consegues pelo carro.

Também mais ou menos dentro da primeira forma, podes tentar as concessionarias ou vendedores de carros usados, especialmente se o carro for novo e estiver em bom estado, e especialmente se for da mesma marca que o concessionário vende, eles podem ter interesse no carro usado e dar um melhor preço.

A outra forma é vender diretamente a um comprador, uma venda privada, o que vai sempre trazer-te o melhor preço que vender a qualquer revendedor ou concessionário. Uma das formas mais fáceis de vender na Internet é usar sites de leilão ou de classificados grátis, mas também não te esqueças que a maioria das fraudes são feitas através destes canais (mas eu falo a seguir em como evitar a maioria dos problemas).

Eu prefiro os classificados grátis, porque tem tendência a atingir mais pessoas, enquanto leilões podem muitas vezes demorar mais tempo e mesmo com uma venda boa o negocio não segue em frente, podes também usar classificados pagos, usar sites de venda automóvel na Internet, forums de entusiastas da marca/modelo, boletins locais (onde podes afixar anúncios de graça, normalmente em supermercados ou juntas de freguesias), ou por fim perguntar a amigos e familiares.

Alguns classificados Grátis para Portugal são o OLX, Grande Mercado ou Custo Justo, podes usar 1, os 3 ou quantos quiseres…

4. Estabelecer as Regras

Uma boa parte dos negócios correm mal porque não existiam regras a ser seguidas pelo vendedor e comprador, é de extrema importância que se estabeleçam essas regras antes de começar a negociar, assim tudo é claro e ainda mais importante é seguir as regras a risca e nunca desviar, não interessa se o comprador oferece o dobro ou se o comprador faz parte da tua família, não interessa! Segue sempre as Regras!

  • Pagamento em Dinheiro – A maneira mais fácil de ser enganado é com o pagamento, e a maneira mais fácil de evitar isso é ser pago em dinheiro, não aceites nada sem ser dinheiro (isso inclui cheques, transferências bancarias, etc).
  • O Pagamento e Transferência da Propriedade é no Registo Comercial – Eu sei que é uma chatice terem ambos de ir para a fila do registo comercial, mas usar o formulário de transferência ou outro género de sistema para transferir a propriedade deixa-te vulnerável (o comprador pode ter um acidente, pode passar em portagens, etc) porque mesmo depois de teres assinado o papel e recebido o dinheiro, continuas a ser o proprietário do veiculo até o comprador ir ao registo comercial entregar o papel, se forem ambos o assunto fica resolvido no local, e tem de ser sempre nesta ordem, primeiro és pago depois entregas as chaves e documentos e depois entram no registo comercial.
  • Quem paga todos os Custos é o Comprador – Custos com a transferência da propriedade, gasolina extra, etc qualquer custo que apareça fora do valor acordado, é tudo custo do comprador, porque o valor do negocio já ficou acordado previamente.
  • Providencia o Mínimo de Informação – Querem vir ver o veiculo? então podes dar o teu numero de telefone e localidade e depois levas a pessoa a ver o veiculo, não ponhas informação pessoal na Internet, vê caso a caso.
  • O Comprador não pode Conduzir – Se quiser dar uma volta com o carro, podes leva-lo, não a problema, mas ele não pode conduzir, porque ainda é o teu carro e logo a tua responsabilidade (quem é que te paga se ele tiver um acidente?).

5. Está na altura de Negociar

Ok já combinaram a hora e local e o comprador já viu o carro, está na altura de negociar o preço, negociar é algo sempre esperado na venda de um carro, o comprador espera sempre que o preço afixado seja superior ao que estás mesmo disposto a vender e quer sempre o teu preço mais baixo para vender, da mesma maneira que tu investigaste o preço, o comprador fez o mesmo.

Começa por oferecer o teu preço afixado, e explica porque é que achas que é o preço apropriado, tanto do mercado e qualidade do carro, mostra os pontos positivos, tipo km’s, equipamento extra, nenhum acidente, dono original, pouca manutenção, gasta pouco combustível, bom estado geral do carro.

Aqui o comprador vai fixar-se num preço ou pedir menos e dar as suas razoes (algumas razoáveis, outras nem tanto), para justificar um novo preço ou fixar-se num preço. Aqui tens de preparar para oferecer uma contra-proposta ou responder com um compromisso.

A parte essencial de qualquer negociação é que tu o vendedor é que tens o poder todo, se não sentires que o negocio é razoável, então desiste ou adia a decisão, não interessa se oferecem mais para vender agora ou começam a mostrar dinheiro para despachar e saltar as regras, não interessa, tens de sempre ter em conta um preço em que não estás disposto a aceitar e um preço que seja aceitável, tens de ter sempre a capacidade para desistir do negocio, tem também em conta que por vezes é melhor negociar um desconto se pensas que vais demorar muito mais tempo a vender (se o carro já está á muito tempo á venda ou porque tiveste poucas ofertas), não te esqueças que o tempo que tu gastas a tentar vender é também um custo para ti, se venderes por menos 200 euros mas 2 meses mais cedo, se calhar vale a pena, do que esperar 2 meses para vender só por 200 euros mais.

6. Fechar o Negocio

Depois de acordarem o preço e apertarem a mão, o que resta é trocar o dinheiro pelos documentos e pela transferência da propriedade, depois de o preço estar acordado NÃO SE MUDA O PREÇO, tanto o comprador como vendedor, a única coisa que podes fazer como vendedor é cancelar o negocio.

Para vender é irem ambos ao registo comercial mais perto (de preferência trazendo o carro que vai ser vendido), o comprador pagar-te em dinheiro, tu entregas os documentos e ambos vão ao registo comercial tratar da transferência de propriedade, desta forma o negocio é transparente e honesto para ambas as partes.

Como vendedor recebes o que foi acordado e tens a certeza que a propriedade é transferida para o comprador e para o comprador ele fica com a propriedade imediata do carro, se tu fugires com o dinheiro ele tem a chave, os documentos do carro e o carro por isso só precisa de telefonar á policia e declarar uma fraude, se o comprador fugir com os documentos podes entrar no registo comercial pedir uma segunda via dos documentos e telefonar á policia para declarar um roubo, logo existe uma entrave forte para ambas as partes serem honestas e fazer o que foi acordado.

Lembro que esta é de longe a melhor forma de fazer este género de negócios! Qualquer outro esquema sem ser este, deve ser evitado, não interessa se oferecem mais dinheiro, se tem boas razões, não interessa, tu não conheces o comprador e ele não te conhece-te, ele pode estar a enganar-te, por isso que melhor razão para fazer as coisas corretamente.

7. Depois do Negocio Estar Feito

Pode acontecer que depois da venda o comprador tenha “remorso de comprador”, e pouco depois da venda pedir para devolver o carro. Podem dizer que o carro tem problemas que escondeste ou que simplesmente não gosta do carro depois de o ter por uns dias.

A não ser que seja completamente excecional, não existe nenhuma obrigação do vendedor para aceitar a devolução do carro, a quando da transferência de propriedade que o comprador assinou, está implícito que foi uma venda “como está”, não existem garantias ou quaisquer outras obrigações pela parte do vendedor, não te esqueças que depois do comprador ter levado o carro, não sabes se ele mexeu no carro, conduziu mal, teve um acidente ou o quer que seja.

Claro que deves usar um bom julgamento e ser justo, se o carro não arranca ou para de funcionar imediatamente depois da venda ou qualquer outro problema dessa natureza, podes sempre considerar o pedido do comprador, mas tem atenção que não tens nenhuma obrigação e se decidires não considerar o pedido do comprador, então explica calmamente a tua posição sobre o assunto.

E já está! Achei que devia fazer este pequeno artigo, porque eu vendi recentemente um carro velho e na altura era bom ter um artigo como este, em vez de eu ter improvisar como eu fiz, ah e sim vendi com um bom lucro ^_^

9 Regras para Emprestar Dinheiro

Eu já falei nisto antes com as regras de ouro dos empréstimos, mas vale sempre a pena ir dando mais dicas, se alguém pergunta se podes emprestar dinheiro, pensa antes de agir! Arranja uma desculpa universal tipo “Tenho de ver se posso, tenho a maioria do dinheiro investido” ou “Não sei, estou a fazer um fundo de emergência e isso tem prioridade”, eu sei que muitas vezes nós queremos ajudar os nossos amigos e família quando precisam, mas é importante seguir algumas regras antes de começar a emprestar dinheiro.

Nada como umas regras em quando, como e que circunstancias tens de ter em conta antes de emprestar dinheiro a quem quer que seja, lembra-te sempre que ao emprestares dinheiro tu ficas mais vulnerável e podes vir a precisar desse dinheiro mais cedo que pensas, então aqui vão 9 regras:

  1. Não podes ter Dividas – Especialmente dividas de curto prazo, tipo do cartão de credito, se estás a dever então precisas do teu dinheiro para pagar, não tens de certeza dinheiro para emprestar!
  2. Não tens o teu Fundo de Emergência – Eu sei que estou sempre a bater nesta tecla, mas vou continuar a bater, se ainda não tens um fundo de emergência para 6 a 8 meses de custos, então não tens dinheiro para emprestar!
  3. Não tens um Plano de Reforma – Se nem sequer começaste a planear a tua reforma, ou o teu plano de reforma ainda está incompleto, então qualquer dinheiro extra deve ir para ai, e não para um empréstimo.
  4. Se estás a pagar uma Renda/Hipoteca – Tem certeza que tens bastante dinheiro para pagar a tua renda/hipoteca, não te esqueças que andas a pôr dinheiro no teu fundo, na tua reforma, etc, se estás com dificuldade ou pagas a renda com um pouco de dificuldade, então não é boa altura para emprestar.
  5. Tens um Emprego Seguro? – Se tens um emprego ou tens o teu negocio, é importante saber a estabilidade e segurança do mesmo, obviamente é dai que vem a tua capacidade de gerar dinheiro, se não tens um emprego ou o teu emprego não é solido, não se deve emprestar!
  6. Tens os Seguros em Dia? – Especialmente seguros para o carro, casas e saúde, são importantes e garantem estabilidade e segurança, se não tens, então podes estar mais vulnerável se emprestares dinheiro e um imprevisto acontecer.
  7. Tens Filhos? – Todos os pais sabem não existe nada mais caro que ter filhos, e esses filhos eventualmente vão aumentar os gastos, desde coisas para a escola/eletrónica/brinquedos até quando forem mais adultos possivelmente carros, universidade ou simplesmente ajudar, se tens filhos tens de considerar seriamente se tens capacidade para emprestar dinheiro para outras pessoas.
  8. Cria uma Nota da Divida – Se vais mesmo emprestar dinheiro, cria pelo menos uma nota da divida, com os dados da divida, os juros, datas de começo e fim do empréstimo, como se fosse um banco, ambos vão assinar e com copias para ambas as partes, não que isso garante o pagamento, mas pelo menos é algo que fica por escrito e podes caso não seja pago descontar nos teus impostos como um prejuízo.
  9. Dá o Dinheiro em vez de Emprestar – Claro que muitas vezes o erro é emprestar, mais vale muitas vezes dar (ou melhor por ser dado, ser uma menor quantia), que emprestar, isso elimina as frustrações e expectativas que o empréstimo traria, especialmente numa família, e se o familiar acabar por devolver o dinheiro, ainda melhor.

4 Erros que as Empresas de Cartão de Credito Querem Que Faças!

Ok, que tipo de pessoa é que diriam que tem o perfile mais arriscado com cartões de credito?

  1. Perfil – A pessoa que paga a tempos e horas, que faz operações pequenas e só quando precisa e que nunca chega perto do limite do cartão, ou
  2. Perfil – A Pessoa que esta sempre a bater no limite do cartão, faz compras com quantias enormes e esquece-se de pagamentos?

Claro que o perfile da pessoa 1, é muito mais equilibrado e sensato!

Mas agora vejam do ponto de vista da empresa de cartões de credito? Com quem é que eles fazem mais dinheiro? Com a pessoa 1 ou a pessoa 2? Claro que vai ser a pessoa do perfil 2, a pessoa que cria mais risco é também a que cria mais dinheiro para a empresa de cartões de credito, dai a oferta idiota e indiferenciada de cartões de credito, podes arranjar quantos quiseres com extrema facilidade.

Então quais são os erros que as Empresas de Credito esperam que faças:

  1. Esquecer Pagamentos – Ahhh é dinheiro no bolso! A primeira vez que esqueceres um pagamento, o que acontece normalmente é isto… não só devem cobrar uma taxa pelo pagamento em atrasado (que vai desde 10 até 50 euros), como na maioria dos casos aumentam literalmente os juros a pagar pelo cartão (falta de pagamento é um aumento do risco, e estas coisas estão todas nas letrinhas pequeninas do contrato que assinaste), todos os pagamentos a partir dai serão mais caros. Nota que falhar pagamentos não é a mesma coisa que recusar ou não ter capacidade de pagar, falhar pagamentos é muito mais comum, por necessidade ou esquecimento.
  2. Exceder os Limites do Credito – Todos os cartões (mesmo os dourados/pretos/platina e tal) tem limites de credito, mas lá porque tem um limite não quer dizer que este seja um limite fixo (outra vez, depende do contracto! e obviamente a maioria das vezes é flexível), o que acontece é que o credito é aceite mas cobra-se uma taxa extra por essa transação (outra vez entre 10 e 50 euros).
  3. Ignorar as Condições do Cartão – Muitos dos cartões correm em esquemas como, 0% de juros se for pago em 3 meses ou se fôr gasto mais de 1000 euros por ano não se paga a manutenção do cartão, etc, mas muitas destas condições tem outras sub-condições, uma falta de pagamento ou essas ofertas são promocionais no primeiro ano ou ano e meio, e depois se tens ainda dinheiro a pagar, podes ter de pagar o resto com juros e ainda teres de pagar os juros dos outros pagamentos (porque o acordo era 0% se fosse TUDO pago em 3 meses), tem que se ter extremo cuidado com todas as condições e ofertas dos cartões.
  4. Pedir Cartão de Credito se estás com Mau Credito/Falência – Ahh eles ainda te vão dar o cartão, ver em cima a razão, mas o que vão fazer é pôr-te no pote com toda a gente com credito fraco e dar-te condições muito más para o cartão, sim tu podes ter entrado no banco a pensar que aquele cartão tinha juros de 12% mas depois o cartão que te dão tem juros de 20% e nenhuma daquelas condições melhoradas

Porque é que Deves Começar a Criar um Fundo de Emergência HOJE!

A grande maioria das pessoas não tem um fundo de emergência, isso é um facto! PIOR! Muita gente nem sequer sabe o que é um fundo de emergência, o que é algo perigoso, especialmente quando se tem gastos mensais que não podem ser evitados (gastos com filhos, casas, dividas!).

Criar um fundo de emergência é uma das melhores formas de se proteger contra um desastre financeiro. Basicamente é ter dinheiro á parte só para emergências ou quando qualquer coisa má acontece, tão simples quanto isso, a quantidade de dinheiro normalmente aconselhável é o suficiente para 6 a 8 meses de despesas normais (sendo a noção, que quando se começar a usar o fundo de emergência, que se corta também nos gastos, conseguindo desta maneira prolongar a utilidade do fundo mais uns meses do que seria normal).

Ok, aqui vão 5 boas razões para começares a criar um fundo de emergência hoje!

  1. Porque más coisas acontecem!  – Ah pois, é a vida, coisas más vão sempre acontecer, mas a diferença entre um problema temporário e uma catástrofe normalmente é o quanto estás preparado para o inesperado, se tiveres sorte é algo como um eletrodoméstico falhar ou o carro ter um acidente, mas muitas vezes pode ser algo muito pior e grave, e ter um fundo de emergência pode fazer toda a diferença em como atacar o problema.
  2. Não ter um fundo é abrir o caminho para a divida – Especialmente se já estás a pagar casa ou carro, acontece um problema, perderes o emprego, doença e não teres dinheiro á parte implica teres de te endividar ainda mais para conseguires cobrir o problema, o que aumenta ainda mais os teus custos mensais com múltiplas dividas, e como já disse anteriormente, só te deves endividar quando é para investir! (uma casa, um negocio, etc), e não para comprar coisas ou pagar contas!
  3. Estimula bons hábitos – Guardar dinheiro, poupar, ter uma atitude equilibrada em relação ao dinheiro faz toda a diferença, saber comprar quando se tem dinheiro para gastar, ter uma atitude inteligente e racional com o dinheiro, em vez de emocional e desequilibrada.
  4. Paz de espírito – Ter dinheiro á parte para uma emergência traz felicidade, alivia certamente o stress do desconhecido, que estás a equilibrar numa corda é completamente diferente com ou sem uma rede em baixo.
  5. Investimentos e bens não são um fundo de emergência – Por fim, só uma nota, que os bens que tens e investimentos não são um fundo de emergência, tu não podes, ou melhor não deves hipotecar os teus ganhos futuros para resolver problemas ocasionais, são duas coisas inteiramente separadas e como tal deves ver ambos de maneira diferente, um fundo de emergência deve ser liquido ou facilmente tornado em liquido, ao contrario de bens e investimentos!

Despesa Baixa Para Começar um Negocio com Sucesso

Uma dica rápida, uma das maiores falhas ao criar um novo negocio é gastar-se demasiado, quando devia ser gasto só o essencial para o negocio funcional, se para fazer dinheiro não é preciso um escritório, armazém, loja, então não faz sentido investir e gastar dinheiro nisso.

Vemos nas noticias novos negócios começarem com investimentos avultados ou grandes empréstimos quando a maioria das vezes isso não é essencial, aliás até pode ser mau para o negocio, é preferível 3 pessoas a trabalhar bem e barato que 10 pessoas em que é preciso gastar mais dinheiro em salários e outras despesas relacionadas com gerir mais empregados, se calhar essas 3 pessoas conseguem produzir mais e mais rápido.

A dica aqui é não se gastar o que não se tem, e gastar só nas coisas que façam dinheiro, tudo o que seja fora disto é excesso e desnecessário, liquidez é o sangue de um negocio, e quanto mais estiver disponível mais flexível e forte se torna o negocio.

Tenham isto em mente no vosso novo negocio e boa sorte!

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