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O Mix Ideal de Software na Internet

Uma parte importante para desenvolver produtos para a internet é a combinação de software e serviços que precisas para resolver problemas, para produzir novos produtos e organizar o trabalho, claro que este artigo não vai ser muito especifico nas ferramentas e vai cingir-se mais no meu género de trabalho (um designer gráfico 3d ou um escritor vão de certeza usar mais outras ferramentas ), o ponto aqui a manter é de aconselhar algumas ferramentas e serviços interessantes como também, apontar boas dicas para seguir na construção do teu mix ideal de software.

  • E-Mail : Gmail – A razão é porque funciona bem e é extremamente portátil, qualquer outro serviço de webmail serve, não te esqueças de fazer backups dos e-mails de qualquer maneira.
  • Formulários e Inquéritos : Jotform – Simplesmente porque funciona bem, é simples, pratico e bastante barato.
  • Sincronização de Ficheiros : Dropbox – Ok também tem a aplicação para computador mas o painel na Internet torna todo o processo mais pratico de arquivar e ter sempre acesso aos teus ficheiros de trabalho.
  • CalendárioGoogle Calendar – Simples rápido e funciona bem, também ajuda a integração com o Gmail
  • Notas : Google Docs – Para pequenas notas, gráficos e tabelas de tempo, o google docs serve perfeitamente, para coisas mais complicadas ou privadas ficam no computador.
  • CMSWordPress, Drupal e Zenphoto – Eu utilizo vários mas estes 3 são os mais versáteis e como tal os que eu utilizo mais.
  • Optimizar Imagens : Kraken – Também tenho software para isto, mas o kraken funciona ás mil maravilhas.
  • Optimizar CSS : CleanCSS – Montes de opções para otimizar o css.
  • Editar Imagens e Screenshots : Pixlr – Normalmente em conjunto com o plugin para o browser chrome, ótimas ferramentas para fazer pequenos ajustes a imagens.
  • Padrões Cores e Ideias : Colourlovers – Adoro os padrões e quando estou a desenhar alguma coisa nova, é sempre uma fonte de inspiração.
  • Criar Blogs : Blogger e Tumblr – porque ambos são bons e populares, tumblr para pequenas coisas, blogger para conteúdos mais densos.
  • Estatisticas : Google Analytics e Statcounter – ambos bons e gratuitos.
  • Converter Ficheiros : Zamzar – rápido e simples e com montes de opções para converter todo o tipo de ficheiros.
  • Ferramentas para Webmasters : Pingdom Tools, Webpagetest e Open Site Explorer – Para ver se o site está a funcionar bem ou pequenos ajustes do código ou do SEO.
  • Pequenas Utilidades: Oito (oito.eu/ipoito.eu/qroito.eu/htmoito.eu/hostoito.eu/upoito.eu/whoisoito.eu/http) – porque eu criei essas ferramentas para mim heheheh.

Se estás a fazer trabalho por conta própria, então também és capaz de precisar de software para monitorizar quanto tempo estas a gastar em cada projeto, existem vários muito bons na Internet, tanto gratuitos como a pagar.

Então que género de serviços e software online é que utilizam?

6 Mitos para te tornar Rico

Hehehe, já ouvimos muitos destes antes, gastas pouco e ficas mais rico, põe o dinheiro no banco é o caminho para a riqueza! certo? Humm talvez não, o facto de teres um orçamento e gerires bem o teu dinheiro não implica riquezas…

Então, aqui vão uns quantos mitos…

Mito 1 – Euro Poupado é Euro Ganho

Claro que poupar e não andar a gastar dinheiro á maluca ajuda, sempre tens mais rendimento disponivel, mas tu não criaste nenhuma riqueza, apenas não gastaste, poupar dinheiro é bom mas não tanto como receber mais!

Mito 2 – Eu não Preciso de Ajuda com Dinheiro!

Investir em ações e outras operações com dinheiro por vezes não é o genero de coisa para fazeres sem conhecimento! Não vais praticar cirugia sem saberes como fazer, muitas vezes é preferivel gastar mais dinheiro e teres alguem que te pode ajudar a proteguer e investir com inteligencia que tentares fazer sozinho a pensar que poupas ou podes ganhar mais, o mais provavel é perderes mais!

Mito 3 – Um Orçamento Faz-me Dinheiro

Humm nem por isso, um orçamento apenas ajuda-te a ter controlo sobre o teu dinheiro (o que é muito saudável), mas não te cria riqueza, apenas protege-te de problemas e de gastos desnecessários.

Mito 4 – Ganho mais Dinheiro, por isso posso Gastar Mais

Hummm não, se gastas mais, então ganhas-te menos, especialmente em coisas que podem aumentar os teus custos fixos (uma casa maior, um carro mais caro), vais ficar com as tuas finanças no mesmo ou pior!

Mito 5 – Não Arrisco, assim Nunca Perco

Risco está ligado á Oportunidade, se não arriscas nada, então não só não ganhas nada como podes perder por não aproveitar oportunidades, uma gestão inteligente do dinheiro é fazendo riscos inteligentes e calculados, não é preciso ser nenhum génio financeiro para não pôr todo o dinheiro em só uma coisa, diversificar e espalhar o risco é a única maneira de não perder!

Mito 6 – Eu ganho Suficiente

Ter todas as contas pagas e não ter grandes custos não quer dizer que estejas bem, a ideia não é só ter as contas e o dia-a-dia em ordem, é também criar riqueza, ter dinheiro de sobra todos os meses para guardar, para a tua reforma, para emergências, etc

Então algum destes mitos está a atrapalhar a tua vida?

As Cinco Forças de Porter

Antes de tratar de analisar a viabilidade da ideia e do negocio acho que é importante revisitar as 5 forças de Porter, concebido por Michael Porter, é um dos quadros estratégicos mais importantes sobre a competitividade da empresa e a atratividade de um mercado. Por 5 forças queremos basicamente dizer 5 fatores competitivos que são importantes estudar e ter em conta ao desenvolver uma estratégia empresarial eficiente, para precaver contra essas forças mas também para encontrar nelas vantagens competitivas para a empresa.

A analise dessas forças tem de ter sempre em conta que os mercados e as forças estão sempre em constante mutação e como tal, requerem uma constante re-avaliação e analise de forma á empresa ter sempre uma visão completa da atratividade da industria ou mercado que está inserida e a sua capacidade de fazer face a fatores externos que podem limitar a sua capacidade de servir os seus clientes e obter lucro.

Diagrama Comum das 5 Forças de Porter

As 5 Forças de Porter estão divididas em 3 forças horizontais (Produtos Substitutos/Perigo de Rivais/Entrada de Novos Rivais) e 2 forças verticais (Poder Negocial de Clientes/Poder Negocial de Fornecedores):

Rivalidade entre os Concorrentes

A relação entre a empresa e os seus concorrentes e a relação entre os concorrentes é um fator determinante para a competitividade do mercado, os rivais são agentes que tendem a competir agressivamente em relação ao preço, inovação, promoção, tentando ativamente captar clientes uns dos outros, por vezes indo ao ponto de diminuir as próprias margens para adquirir mais quota de mercado.

Neste ponto deve-se ter em conta:

  • Número de concorrentes e repartição de quotas de mercado;
  • Taxa de crescimento da indústria;
  • Diversidade de concorrentes;
  • Complexidade e assimetria informacional;
  • Nível de publicidade;
  • Grau de diferenciação dos produtos;
  • As barreiras à saída .

Exemplo: Uma empresa conhecendo de antemão o mercado e os seus concorrentes pode decidir criar produtos que não são facilmente copiados ou pode decidir não concorrer nesse mercado e dirigir-se para um nicho de mercado especifico de forma a evitar ou sobrepor-se á sua concorrência.

Poder de Negociação dos Clientes

Os clientes dependendo do mercado podem ter maior ou menor capacidade de influenciar uma empresa, exigindo melhores preços ou mais qualidade nos bens e serviços, forçando a mão da empresa e podendo fomentar a concorrência entre diversos concorrentes.

Neste ponto deve-se ter em conta:

  • Análise RFM (economia)
  • Preço da compra total
  • Disponibilidade de informação do comprador em relação ao produto
  • Existência de produtos substitutos
  • Da sua dimensão enquanto clientes
  • Da sua capacidade de integração a montante

Exemplo: Num mercado com muita concorrência, um cliente tem mais escolha e como tal está numa posição de poder fazer maiores exigências, como também uma empresa com um produto exclusivo, desejado e de difícil duplicação pode ditar aos seus clientes o seu preço.

Poder de Negociação dos fornecedores

Os fornecedores de matérias-primas, componentes, serviços podem deter sobre a empresa uma grande fonte de poder, se o fornecedor for único e com uma matéria única, então inevitavelmente detém uma elevada influencia sobre a empresa e os seus produtos, podendo forçar o aumento do preço ou mudança de materiais.

Neste ponto deve-se ter em conta:

  • Grau de diferenciação dos insumos
  • Custo dos factores de produção em relação ao preço de venda do produto
  • Ameaça de transmitir integração dos fornecedores em relação à ameaça de integração por outras empresas
  • Ter somente um fornecedor para a empresa pode ser um ponto fraco, caso o fornecedor venha a falir ou mesmo a elevar os preços de matérias-primas muito maior em relação a concorrência.
  • Ameaça de integração a montante ou a jusante.

Exemplo: Se a empresa detém vários fornecedores para os mesmos produtos, esta pode negociar sempre melhores condições e ter flexibilidade para continuar a produzir mesmo com quebras de fornecedores, mas se o fornecedor for único, existe um risco grande da empresa ficar limitada por causa do seu fornecedor, na Internet isso é comum com produtos que usam API’s de outras empresas, isto é outra empresa é que controla o funcionamento ou não do teu produto.

Ameaça de Entrada de Novos Concorrentes

A pergunta é simples, será que é fácil entrar no nosso mercado? Qualquer barreira, seja legislativa, cultural, localização, custo, patentes, clima, língua, quota de mercado, concorrência, etc. que pode tornar difícil a outra empresa entrar ou fixar-se no mercado torna o mercado menos atraente para entrar e como tal a ameaça de entrada de novos concorrentes é baixa.

Se pelo contrário, o mercado é fácil de entrar (como a Internet), então existe sempre o risco de concorrência acrescida e perda de rentabilidade, não á que esquecer que estas barreiras á entrada são uma vantagem competitiva da empresa já estabelecida.

Neste ponto deve-se ter em conta:

  • A existência de barreiras de entrada (patentes, direitos, etc)
  • Acesso aos canais de distribuição
  • Diferenciação dos produtos
  • Exigências de capital
  • Políticas governamentais
  • Marca
  • Vantagens absolutas de custo
  • Economia de escala
  • Custos de transição

Exemplo: A entrada de uma empresa estrangeira em Portugal implica sempre conhecer a burocracia local, a língua portuguesa e a cultura portuguesa, o que implica que uma empresa local tem sempre essas vantagens em relação a qualquer novo concorrente vindo do estrangeiro, mas se uma empresa estrangeira só quer vender o seu produto em Portugal então é mais fácil, existe uma rede já de distribuidores, usa-se o euro, a linguagem de negócios é o inglês e como tal promover e lançar o produto tem muito menos barreiras a superar.

Ameaça de Produtos Substitutos

Por ultimo é a inovação e a criação de produtos que não são facilmente copiados ou das quais existem alternativas, a existência de bens e serviços que facilmente podem ser substituídos no mercado, deixa a empresa vulnerável e vai sempre limitar os seus lucros, visto que esta vai quase sempre ter de negociar no preço e não no valor intrínseco do produto.

Mais ainda se é facilmente substituído, pode também torna-se obsoleto mais rapidamente e como tal tornar-se um custo acrescido para a empresa, porque não pagou o custo de o criar ou porque vai custar mais a desenvolver um produto novo, também neste ponto a empresa tem de ter atenção a mudanças ou tendência do mercado, visto que um produto pode tornar-se obsoleto por outros produtos que tem pouca ou nenhuma relação mas acabam por saciar o mesmo desejo dos consumidores (por exemplo produtos de luxo).

Neste ponto deve-se ter em conta:

  • Relação preço/rendimento
  • Nível de diferenciação do produto
  • Poder de barganha do comprador
  • Qualidade do produto

Exemplo: Competir no mercado das margarinas tem competição tanto de outras marcas e empresas como também numa serie de outros produtos complementares ou substitutos, logo o produto compete quase sempre no preço e pode ser facilmente substituído por outros. No outro espectro a Apple vende computadores e existem outras marcas, fabricantes e modelos, no entanto ninguém usa o software/design/marca da Apple e como tal os produtos da Apple são de muito mais difícil substituição, e a Apple pode ditar os seus preços.

Por fim deve-se ter em conta que as 5 forças de Porter são acima de tudo uma forma de começar a analisar a posição da empresa/produto no mercado, logo não tanto uma estratégia a seguir, mas mais um ponto de começo para a estratégia da empresa, acima de tudo porque as 5 forças tendem a reduzir o universo, e existem outros fatores tão ou mais influentes como as 5 forças, tais como parcerias (com concorrentes ou empresas que se complementam), governo (burocracia, apoios, legislação, investimentos), o publico (não os clientes, mas o publico em geral, a perceção da marca), etc

O que providencia acima de tudo é de uma versão simplificada de como analisar as forças e posições competitivas da empresa nos mercados que quer atingir e as forças competitivas que regem esses mercados de forma a poder elaborar uma estratégia inteligente para abordar esse mercado.

Foca a tua Mensagem para criar Ideias Memoráveis

Estava a ler no outro dia um artigo como um patrão praticamente destruiu o seu negocio porque decidiu começar a tentar gerir tudo, incluindo criando regras para tudo e mais alguma coisa, claro que isso só criou animosidade, aumentou a complexidade, criou uma cultura de apontar o dedo e teve um impacto horrível na produtividade.

Mas isso levou-me a pensar, que informação complexa tem o seu lugar, mas que se queres partilhar e tornar uma mensagem em algo memorável que esta tem de ser simples, óbvia e fácil de apreender, uma coisa que o twitter e o laconismo nos ensinou é que praticamente tudo pode ser reduzido a uma máxima, á sua essência e que esta por ser simples e curta, é facilmente partilhada e memorizada.

Essa noção pode ser usada para regras, para publicidade, para qualquer tipo de informação que se quer distribuir e tornar popular, ideias espalham-se quando são facilmente relembradas, e permanecem melhor na nossa mente quando existem sozinhas sem competição de outras noções ou ideias dispersas.

Numa venda, num twitter, num artigo no blog, numa conversa, és muito mais eficaz e tens um ponto de vista mais forte se discutires ou fomentares um ponto! Um ponto simples e claro, que podes melhorar com analogias, metáforas, exemplos, referencias, factos, mas não deixa de ser um só ponto, isso foca a tua audiência e cria atenção, não existe nada a distrair porque a base de partida é simples e fácil de entender.

Demasiada informação, argumentos, regras só criam obstáculos para serem apreendidos, uma boa campanha de marketing pode ter vários eventos, produtos, sistemas ou até slogans, mas deve ser focada numa só simples ideia que qualquer pessoa consegue interiorizar, o mesmo se passa com o teu site, negocio ou produto, se um cliente teu não consegue perceber o que é que estás a vender em 10 segundos então se calhar está na altura de clarificar e simplificar a tua mensagem.

Cão que Ladra não Morde

Conhecem a expressão? Alguém que diz muito e faz pouco! Ser empreendedor não é um titulo, ou és ou não és! Mesmo com a crise atual em Portugal existe sempre espaço para criar coisas novas, porque é isso que está na génese de um empreendedor, alguém que cria algo, tu não dizes que és um carpinteiro se não crias coisas com madeira, não é! Primeiro tens de fazer para depois ser.

Não é preciso Ladrar! Muita gente diz que é um empreendedor mas acabam por só o ser dentro da sua cabeça, ter boas ideias não é a mesma coisa que criar algo novo, por isso não te preocupes tanto com o titulo, mas sim em fazer! Depois de fazeres ladra á vontade!

Dá uma mordidela! Todos os dias são bons para criar, hoje pelos vistos estou numa de ditados, por isso não deixes para amanha o que podes fazer hoje, quanto mais criares, mais capital crias para atingires os teus objetivos, no pior dos casos ganhas experiência e isso é por vezes o teu mais valioso bem! Experiência agora é igual a sucesso no futuro!

Marketing de Continuidade

Marketing de Continuidade (em inglês Continuity Marketing), é um método de providenciar serviços e bens aos consumidores através de marketing direto, sendo que esse serviço é renovado continuamente sem um limite de tempo, este tipo de relacionamento só acaba quando o consumidor desistir do serviço.

A ideia simplificada é que um consumidor adquire um produto/serviço (normalmente a um preço inferior ao normal) diretamente do produtor ou distribuidor, no entanto isto não é uma compra é um contracto para fornecer periodicamente novos produtos e serviços (do mesmo tipo ou diferentes tipos), se o cliente não escolheu os produtos individualmente, a empresa pode escolher pelo cliente (normalmente baseado em compras anteriores), esta relação continua até o cliente informar quem o fornece para cancelar o serviço, de certa maneira é parecido com o género de faturação de um fornecedor tradicional de serviços básicos (TV, eletricidade, Internet,agua….) em que é não existe um termo definido para o fim do contracto.

Este género de marketing tornou-se bastante popular com clubes de livros ou clubes de cd’s, hoje em dia é mais comum em fornecedores de produtos frescos (em que pagas uma quantia fixa todos os meses, e em troca eles entregam na tua casa uma caixa de produtos frescos da época), na Internet, com clubes em que recebes t-shirts/laminas de barbear/etc todos os meses, serviços em que podes fazer download de um certo numero de musicas por mês ou no telemóvel em que recebes novos toques ou wallpapers todos os meses.

Não confundir com “Vendor Lock-in” marketing (explicação para outro dia), em que é vendido um produto a um cliente, mas o cliente para usar esse produto só consegue comprando ao fabricante também as “recargas” ou o quer que o produto necessite para fazer a sua ação, comum com as maquinas modernas de café com cápsulas/saquetas.

Como é óbvio, podemos ter produtos interessantes e práticos ou produtos questionáveis e enganadores, mesmo que praticas desonestas são menos comuns hoje em dia (como os toques nos telemóveis), no entanto esta técnica tem na sua essência alguns aspetos negativos, visto que tem uma maior tendência a levar o cliente ao engano, este pode pensar que está a adquirir um produto a um bom preço e não uma espécie de subscrição, e é claro que isto pode criar má publicidade ou pior, criar ressentimento e má relação com os clientes o que pode criar custos tanto na marca como em devoluções e apoio a clientes, por isso é o género de técnica que deve ser usada de uma forma muito clara, simples e honesta de forma a ter os melhores resultados.

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